& Moira Bianchi

sexta-feira, 15 de março de 2013

Comemorando no style!

'O Sr. Bingley era um homem belo e distinto. De semblante agradável, os seus modos eram delicados e simples.'... 'O cunhado, o Sr. Hurst, não passava de um homem vulgar, mas o Sr. Darcy, o amigo, logo chamou sobre si as atenções do salão pela sua alta e elegante estatura, os traços formosos e o porte desenvolto, correndo célere, cinco minutos após a sua entrada, o rumor de que ele possuía rendimentos no valor de dez mil libras anuais. Os cavalheiros classificaram-no como um belo tipo de homem, as senhoras declararam ser ele bem mais formoso que o Sr. Bingley, e ele foi longamente admirado, até os seus modos deixarem transparecer um enfado que muito afectou a sua popularidade. A partir desse momento consideraram-no um orgulhoso e pedante, longe de se mostrar divertido, e nem as suas extensas propriedades no Derbyshire o impediram de ter uma expressão sinistra e desagradável ...'


 O seu orgulho - disse a Miss Lucas - não me indigna tanto como qualquer outro o faria, pois ele é, de certo modo, desculpável. Não admira que homem tão belo, de ótima família, rico e com tudo a seu favor tenha um elevado conceito de si próprio. Se é que me posso exprimir assim, ele tem o direito de se sentir orgulhoso.


- Tens toda a razão no que diz - replicou Elizabeth -, e eu seria a primeira a fechar os olhos ao seu orgulho, se ele não tive ,se ferido o meu.





 ‘Entre ele (Bingley) e Darcy existia uma sólida amizade, apesar dos feitios diametralmente opostos. Bingley cativava Darcy pela brandura, franqueza e docilidade do seu caracter, se bem que nenhum houvesse que maior contraste oferecesse com o seu e se bem que com o seu nunca ele visse razão para queixa. Na estima de Darcy tinha Bingley uma confiança inabalável e do seu juízo a mais elevada opinião. Em inteligência, Darcy superava-o. Bingley não era de modo algum deficiente, mas Darcy era esperto. Era simultaneamente arrogante, retraído e difícil de contentar, e os seus modos, apesar de delicados, não atraíam.'




Pois bem, minha querida' - disse ele (Mr Bennet), quando Elizabeth acabou de falar. 'Nada mais tenho para te dizer. Se é esse o caso, ele merece-te. Nunca me poderia separar de ti, minha querida Lizzy, entregando-te a alguém menos digno da tua estima.'




Há um ano e um dia atrás, 14 de março de 2012, eu comecei esse blog sem ter muita certeza de onde estava me metendo.


Agora eu acho que sei onde estou e para onde estou indo, e estou muito mais confiante a ponto de começar mais um processo de publicar outro livro - meu segundo.
 

Esse último ano foi ótimo para o meu hobby - que pode ter tomado FERMENTO demais - aconteceu coisa pácas: Eu consegui coragem suficiente para postar meu romance, escrevi e postei um monte de outras estórias, engoli minha frustração de não nem discípula de Clarice ou Quintana ou Drummond e escrevi em Português, auto-publiquei meu primeiro livrouau, eu estive ocupadíssima!


                E por coincidência - no duro, foi coincidência - meu post de aniversário do blog fala deMr Darcy!


Completando o tripé (sem trocadilhos, pls) que sustenta minha nova estória ‘Imagem e Semelhança’, vamos conversar sobre como eu vejo Sr D. em Orgulho e Preconceito.


Fico pensando que ele é o tipo de cara que os caras gostariam de ser. Um modelo para os outros cavalheiros que o admiravam por vários motivos. As citações de O&P acima dá para perceber como ele é 'lido' na sociedade:  fino, elegante, alto e charmoso, bonito, um homem muito belo, de ótima família, rico, bem relacionado; inteligente, esperto, de modos delicados, educado. Um homem digno.


Ah... talvez seja também a infindável gozação dos meus amigos homens que sempre comentam como esse tal de Sr Darcy é tãããããão perfeito. Como é impossível competir com ele. (é mesmo!)


Mas então, podemos dizer que o Sr Darcy tem várias excelentes qualidades. Savoir-faire. Prudência. Ele ama sua família e sua fazenda, suas raízes. Ele é persistente. Às vezes chato, mas se dedica para alcançar seus objetivos. Não aceita treta de ninguém. Um manda-chuva. Tão certinho e tão certo de suas convicções que não mudaria de opinião por ninguém mesmo que ninguém estivesse de olho nas suas reações. Mas que acaba por mudar de opinião depois que a mulher que ele amava lhe mostrou umas verdades da vida. Isso é danado de bacana.


Eu achei uma lista muito engraçada de homens em quem outros homens deveriam se inspirar.

George Clooney. Toma classe no café da manhã.

Simon Cowell. Nunca - nunquinha - teve uma opinião errada sobre nada.

James Caan. Ele sempre pareceu mais durão que a gente, sempre pareceu que tinha mais razão. E agora que está velho e cansado a gente espera bem lá no fundo que ele ainda seja melhor do que nós somos.

O que quero dizer  é que um homem que outros homens gostariam de ser é frequentemente rodeado de inveja. Inveja pura ou invejinha branca, mas de qualquer forma aquela maldadezinha tipo 'se eu usar os mesmos óculos de sol que aquele ator usa vou parecer com ele'. Infelizmente quase nunca é 'Se eu for um cavalheiro como aquele cara é eu posso conseguir conquistar uma mulher bacana como a dele.' 

Todos nós conhecemos pelo menos um Wickham para entender isso, né?

Da maneira como vejo, Darcy influencia e impressiona os outros personagens do livro não só pela sua fortuna: é sua personalidade fote e decidida.  
Ele é cabeça-dura e até míope algumas vezes. Orgulhoso e inteligente. 

Esses mesmos adjetivos não 'caberiam' 


na Lizzy também?


E à propósito, naquela lista bem humorada de celebridades masculinas para serem admiradas tinha… Martha Stewart. Não engole sapo. Espertíssima. Autoridade em vários assuntos. Vendedora de mão cheia. Vale ouro. Que homem não ia querer ser essa mulher?


Essa é a questão: Quem na vida quer ser pau mandado de alguém?


Celebrando esse meu primeiro aniversário como blogueira eu comecei a postar ‘Image and Likeness’ - uma estória sobre duas mulheres ciumentas que se recusam a engolir sapos.

Por enquanto só em Inglês. A versão em Português será publicada logo.
 



*KISS ME: I’m a one year old blogger!*

Imagens encontradas no Google, citações de Ms Austens em Orgulho e Preconceito, conversinha é minha.
Ah! E o aniversário de um aninho tb é meu

quarta-feira, 13 de março de 2013

How to celebrate in style


‘Mr. Bingley was good-looking and gentlemanlike; he had a pleasant countenance, and easy, unaffected manners.’ ... ‘His brother-in-law, Mr. Hurst, merely looked the gentleman; but his friend Mr. Darcy soon drew the attention of the room by his fine, tall person, handsome features, noble mien, and the report which was in general circulation within five minutes after his entrance, of his having ten thousand a year. The gentlemen pronounced him to be a fine figure of a man, the ladies declared he was much handsomer than Mr. Bingley, and he was looked at with great admiration for about half the evening, till his manners gave a disgust which turned the tide of his popularity; for he was discovered to be proud; to be above his company, and above being pleased; and not all his large estate in Derbyshire could then save him from having a most forbidding, disagreeable countenance…’



 ‘His pride,’ said Miss Lucas, ‘does not offend ME so much as pride often does, because there is an excuse for it. One cannot wonder that so very fine a young man, with family, fortune, everything in his favour, should think highly of himself. If I may so express it, he has a RIGHT to be proud.

‘That is very true,’ replied Elizabeth, ‘and I could easily forgive HIS pride, if he had not mortified MINE.’





 ‘Between him (Bingley) and Darcy there was a very steady friendship, in spite of great opposition of character. Bingley was endeared to Darcy by the easiness, openness, and ductility of his temper, though no disposition could offer a greater contrast to his own, and though with his own he never appeared dissatisfied. On the strength of Darcy’s regard, Bingley had the firmest reliance, and of his judgement the highest opinion. In understanding, Darcy was the superior. Bingley was by no means deficient, but Darcy was clever. He was at the same time haughty, reserved, and fastidious, and his manners, though wellbred were not inviting.’





‘Well, my dear,’ said he (Mr Bennet), when she (Elizabeth) ceased speaking, ‘I have no more to say. If this be the case, he deserves you. I could not have parted with you, my Lizzy, to anyone less worthy.



One year ago, March 14th 2012, I started this blog very uncertain of what I was doing.


Now I’m a little more assured, a lot more confident and about to start posting another fic.
 

This year has been great to my hobby - that MAY have escalated to obsession - a lot happened: I gathered enough courage to post my story, I wrote and posted several other stories, self-published my bookwow, I have been busy!


And coincidentally - really, it’s a coincidence - my blog's anniversary post is about… Mr Darcy!


Completing the tripod that sustains my new story ‘Image and Likeness’, let me tell you about how I think Mr D. is seen in Pride and Prejudice.


I keep feeling that he is a man all men want to be. Kind of a role model to the other gentlemen who looked up to him in so many ways. In the quotes I posted above you can see examples of the impression he causes: fine, tall person, handsome features, noble mien; so very fine a young man, with family, fortune, everything in his favour; clever, at the same time haughty, reserved, fastidious, wellbred. A worthy man.


Maybe I got that idea from the many, many, many jokes I endure from my own male friends, always jesting about how purrrfect Mr Darcy is.


Anyway, we could say that Mr Darcy has several good qualities. Flair. Forethought. He loves his family, he loves his estate. He is persistent. Also tiresome at times, but has a full heart and works hard to get what he wants. He is nobody's bitch. A Whistle-blower. So righteous that he wouldn’t change his mind for anyone or anything even if he was not being watched. But he eventually changed his mind when he was humbled by the woman he was starting to love. That’s darn nice.


I found a funny list of men who men should look up to and look at these guys.

George Clooney. Eats class for breakfast.

Simon Cowell. Has he ever — even once — been wrong?

James Caan. He always seemed tougher than you, always seemed to know better. Now, as age and doubt creep in, you find yourself hoping he still is and suspecting he still does.

My point is that a man other men want to be is frequently surrounded by envy. Either pure envy or white envy as we say here in Brazil, the kind of feeling that ‘If I wear the same sunglasses I can look good like that guy.’ Unfortunately almost never it’s like ‘If I make an effort to be as right as this guy is, maybe I can win the same kind of great woman he has.’

We all know a lot of Wickhams to understand the situation, don’t we?

The way I see Darcy’s influence on the other characters, it’s not only his money that does the trick: it’s his strong personality and unwavering resolution. He is strong minded and sometimes short sighted. Prideful and clever.

Wouldn’t we use these qualities to define Lizzy as well?



And concluding, that funny list of celebrity role models has… Martha Stewart. Nobody's bitch. Expertise. Authority. Salesmanship. A rap sheet. And a high net worth. What man wouldn't want to be her?


That is it: who would ever want to be someone’s bitch?

To celebrate this anniversary I’m starting today with ‘Image and Likeness’ - a story about envious women who won’t be anyone’s bitch.

Enjoy.

*KISS ME: I’m a one year old blogger!*

Images found on Google, quotes from Ms Austen's Pride and Prejudice, babble is mine.
Ah! Also the anniversary is mine! 

HOT RIO CHICK TURNS 1!

YAY! My first anniversary as a blogger!


Several celebrations starting in 3, 2...

Will have some giveaways but as I'm packing my bags to spend a few days in Europe, I'll be bringing the gifts. Pride and Prejudice books, Jane Austen stamps, cards...  
Wait for me, folks!





Primeiro aniversário do meu blog!


Ueba!!! Vou fazer alguns sorteios mas como estou de malas prontas para uma semana na Europa, vou trazer os presentes de lá. Que tal umas edições bacanas de Orgulho e Preconceito, uns selos Jane Austen, uns cartões... 
Me aguardem!

bjs

sexta-feira, 8 de março de 2013

Lé com Cré

Olá

Feliz dia da mulher!

raoul bova mr darcy

Um homem lindo desse só para adoçar o nosso dia. 
E fazia um tempinho que 'isso tudo de gostosura' não aparecia aqui no blog. Ah... Bova!




E eu continuo discutindo as mulheres de Orgulho e Preconceito. Calhou para o dia de hoje! Coincidência feliz!



Depois de Charlotte, gostaria de conversar sobre minhas ideias sobre Lizzy e como eu tenho visto a amizade das duas.


charlotte x elizabeth




Depois de muito matutar eu postei da última vez minha visão da Charlotte e de suas atitudes. Uma coisa leva a outra e cheguei à conclusão que Lizzy e Charlotte são opostas uma à outra em muitos aspectos.

De início eu só via em Jane o contraponto à Lizzy - ou oposto ou complemento. Um tipo de ‘Yin e Yang’. Jane é calma e dócil enquanto Lizzy é petulante e geniosa. Na minha opinião é por isso que elas são tão unidas, mais do que com as outras irmãs Bennet.


Wikipedia define Yin Yang assim: O yin-yang são dois conceitos do taoísmo, que expõem a dualidade de tudo o que existe no universo. Descreve as duas forças fundamentais opostas e complementares, que se encontram em todas as coisas. O "yin" é o princípio feminino, a terra, a passividade, escuridão, e absorção. O "yang" é o princípio masculino, o céu, a luz, atividade, e penetração.
Segundo essa ideia, cada ser, objeto ou pensamento possui um complemento do qual depende para a sua existência e que por sua vez existe dentro de si. Assim, se deduz que nada existe no estado puro nem tão pouco na passividade absoluta, mas sim em transformação contínua. Além disso, qualquer ideia pode ser vista como seu oposto quando visualizada a partir de outro ponto de vista. Neste sentido, a categorização seria apenas por conveniência.

opposites attract opostos se atraem



Lizzy é impetuosa, lingua afiada, cabelinho nas ventas, acaba por mal interpretar pessoas e situações apesar de se congratular por ser uma ótima observadora. Charlotte é a boa observadora: ela é quem lê as situações com clareza - ou prevê as consequências das ações dos outros - e aconselha Lizzy na melhor maneira de agir. Ela faz isso várias vezes em relação a Wickham, Darcy, Bingley. Lizzy a despensa com uma piadinha sarcástica repetindo seu pai na galhofa de rir dos amigos e vizinhos.

Lizzy e Charlotte são como 'Lé com cré' 
apesar de parecerem 'Lé com lé, cré com cré'.

No último post eu falei sobre 'inteligência emocional' e quão pouca Lizzy tinha NO MEU PONTO DE VISTA. Lizzy era novinha - 20 anos de idade, mais ou menos - enquanto Charlotte já estava nos 27. Não que idade seja o fator determinante na medida de maturidade ou equilíbrio emocional de alguém mas temos que convir que uma pessoa mais velha já teve mais oportunidades de viver situações diferentes na vida, está mais vivida como se diz. Isso sem falar em 'aprender com os próprios erros'. 



Com a chegada da maturidade os sonhos sempre se vão?



Então no assunto equilíbrio emocional Charlotte é o completo oposto de Lizzy. A sua decisão de 'pegar o touro à unha' e cavar uma proposta de casamento do Collins que, fora o preconceito e asco de Lizzy, nos mostra o quanto de auto-controle e determinação ela tinha. Charlotte era uma mulher determinada - uma loba - tinha um plano e o fez acontecer custe o que custasse. No caso, um marido de doer.


hot rio chick
collins x DARCY

Lizzy deixou que seu orgulho ferido e seu preconceito petulante em relação ao bonito, charmoso e rico idiota lhe cegassem a objetividade e ela recusou uma proposta de casamento que era totalmente irrecusável! Darcy não era somente somente rico e influente, ele poderia assegurar a vida de todas as mulheres Bennet que teriam poucas chances de uma vida digna depois da morte de seu pai e menos ainda de conseguir um casamento tão vantajoso.

Faz pouco tempo que eu raciocinei isso tudo, que Charlotte é o oposto de Lizzy, assim como positivo/negativo, preto/branco. Charlotte é centrada e objetiva, Lizzy é impetuosa. Charlotte é calculista, Lizzy é passional. 



Opposites attract - Opostos se atraem.
Eu sei, nada a ver, mas não resisti. A música oitentona é muito legal!  



Nunca duvidei que Lizzy e Charlotte eram amigas. Está claro para qualquer um que elas tinham uma amizade genuína. Talvez a Lizzy impulsiva cabeça dura precisasse tanto do sangue de barata de Charlotte quanto a doçura de Jane para achar seu meio termo.



Se por acaso você está intrigado (a) com a razão pela qual eu tenho discutido esse 'LADO B' de Orgulho e Preconceito, eu tenho que informar que meu próximo livro é centrado em Lizzy e Charlotte e eu exploro essa simbiose delas. Esse livro vai ser publicado em Português até o final do ano.

moira bianchi adaptação de orgulho e preconceito




Curioso (a)? Vou dar muitas dicas ainda. Aqui em baixo mesmo já vai o estopim da estória toda.



Próximo post é sobre Darcy. E aí o tripé que sustenta essa estória está devidamente explicado. Ou justificado?



É gente boa, vai ser uma pauleira só!



adaptação de orgulho e preconceito moira bianchi

bj, até logo.

Yin and Yang

Hello…


Happy women’s day!


Some eye candy because we deserve. 
And it's been a while since this gorgeousness showed up here. Ah... Bova!




And I keep discussing Pride and Prejudice’s female characters. How appropriate!...



So after discussing Charlotte, I’d like to explain my ideas on Lizzy and how I see their friendship.






After mulling over all the stuff I posted previosuly, I came to the conclusion that Lizzy and Charlotte are opposite to each other in many ways.



At first I only saw Jane as Lizzy’s opposite - or complement. Kinda of a ‘Yin and Yang’ thing. Jane is calm and lovely while Lizzy is witty and petulant. In my opinion it was the reason they were so close, a lot closer to each other than to the other Bennet sisters.


Def by Wikipedia: In Chinese philosophy, the concept of yin-yang, is used to describe how seemingly opposite or contrary forces are interconnected and interdependent in the natural world; and, how they give rise to each other as they interrelate to one another. Many natural dualities (such as female and male, dark and light, low and high, cold and hot, water and fire, life and death, and so on) are thought of as physical manifestations of the yin-yang concept.




Lizzy is impetuous, fast tongued, quick to misinterpret people and situations although she congratulates herself on being a shrewd observer. Charlotte is the good observer: she’s the one who sees stuff - or foresees the consequences - and advises Lizzy on best ways to act. She does that several times concerning Wickham, Darcy, Bingley. Lizzy waves off her comments with a sarcastic joke about making jest of neighbors learned from her father.



Last post I talked about ‘emotional intelligence’ and how little Lizzy had IN MY POINT OF VIEW. Lizzy was young - around 20 years old - while Charlotte was already 27. Not that age is the determinant measure of maturity and emotional balance but one have to concede that being older a person has had more opportunities to live different situations and learn how to deal with the world. Not to mention deal with our own mistakes.



does maturity always murder dreams?



So in this subject of emotional balance Charlotte is Lizzy’s complete opposite. Her choice in taking action to dig a marriage proposal out of Collins who, aside from Lizzy’s prejudice, was a really difficult fellow to swallow shows just how much self-control and determination she had. Charlotte was a woman with a plan and strong-willed enough to put it to action.


collins x DARCY

Lizzy let her hurt pride and her petulant prejudice towards the handsome rich fool blind her and she refused a marriage offer that was irrefutable at the time. Not only Darcy was rich and well-connected, he could provide for her whole family of females who didn’t have much of a perspective in life after Mr Bennet’s demise or a chance of such a profitable marriage for any of her other sisters.



So, only a few months ago I realized that Charlotte is the opposite of Lizzy, like positive/negative, black/white. Charlotte is centered while Lizzy is impetuous; Charlotte is conniving while Lizzy is passionate.



opposites attract - couldn't help it! This is is fun!  



I never doubted that Lizzy and Charlotte were friends. It’s plain for anyone to see (read) that they have a genuine friendship. Maybe young impulsive headstrong Lizzy needed both Charlotte’s cold blood and Jane’s charming nature to find balance.



In case you are wondering why I brought up such subjects, I have to tell you that my new story is centered on Lizzy and Charlotte and I explore this symbiosis.





Curious? Take a look at my ‘Fanfics in English’ page.



Next post is on Darcy. And my new story’s tripod will be explained and I’ll start posting.



Get ready for ‘fifty miles of rocky road’.




bj, see you soon.