olá, 200 anos não é bolinho, temos mesmo que celebrar!
E olha que grata surpresa: minha palestra do Encontro Nacional JASBRA de 2013 virou um paper muito bacana, muito completinho e sério sobre o valor e o poder das fanfics - em especial de Orgulho & Preconceito- entrou no volume 1 da novíssima revista LITERAUSTEN.
Bacana, né? Tem cara de (Austen, há!) de revista literária daquelas de tiragem suuuper selecionada...
Uma honra, só o créme de la créme, estou super feliz.
hello, this 40 pages 40 ride has been really fun for me. Selecting which books to post, having to restrict myself to only one page (frequently I end up reading the whole chapter) and finding images... I almost forgot that I am in fact 40 now. Anyway, following the last posts - seduction, power, blasé people, here goes another vamp. One can never have enough vamps, right? My fave Sookie:
"The house was still locked. I picked out the right key from the ones on my ring, and we went inside. I didn't have the feeling of homecoming when I entered, the feeling I used to have as a kid. I'd lived in Gran's house so much longer than this little place. The minute Jason had turned twenty, he'd moved over here full-time, and though I'd dropped in, I'd probably spent less than twenty-four hours total in this house in the last eight years. Glancing around me, I realized that my brother really hadn't hanged the house much in all that time. It was a small ranch-style house with small rooms, but of course it was a lot younger than Gran's house—my house—and a lot more heating- and cooling-efficient. My father had done most of the work on it, and he was a good builder. The small living room was still filled with the maple furniture my mother had picked out at the discount furniture store, and its upholstery (cream with green and blue flowers that had never been seen in nature) was still bright, more's the pity. It had taken me a few years to realize that my mother, while a clever woman in some respects, had had no taste whatsoever. Jason had never come to that realization. He'd replaced the curtains when they frayed and faded, and he'd gotten a new rug to cover the most worn spots on the ancient blue carpet. The appliances were all new, and he'd worked hard on updating the bathroom. But my parents, if they could have entered their home, would have felt quite comfortable. It was a shock to realize they'd been dead for nearly twenty years. While I stood close to the doorway, praying I wouldn't see bloodstains, Alcee Beck prowled through the house, which certainly seemed orderly. After a second's indecision, I decided to follow him. There wasn't much to see; like I say, it's a small house. Three bedrooms (two of them quite cramped), the living room, a kitchen, one bathroom, a fair-sized family room, and a small dining room: a house that could be duplicated any number of times in any town in America. The house was quite tidy. Jason had never lived like a pig, though sometimes he acted like one. Even the king-size bed that almost filled the biggest bedroom was more-or-less pulled straight, though I could see the sheets were black and shiny. They were supposed to look like silk, but I was sure they were some artificial blend. Too slithery for me; I liked percale. "No evidence of any struggle," the detective pointed out. "While I'm here, I'm just going to get something," I told him, going over to the gun cabinet that had been my dad's. It was locked, so I checked my key ring again. Yes, I had a key for that, too, and I remembered some long story Jason had told me about why I needed one—in case he was out hunting and he needed another rifle, or something. As if I'd drop everything and run to fetch another rifle for him! Well, I might, if I wasn't due at work, or something. All Jason's rifles, and my father's, were in the gun cabinet—all the requisite ammunition, too. "All present?" The detective was shifting around impatiently in the doorway to the dining room. "Yes. I'm just going to take one of them home with me." "You expecting trouble at your place?" Beck looked interested for the first time. "If Jason is gone, who knows what it means?" I said, hoping that was ambiguous enough. Beck had avery low opinion of my intelligence, anyway, despite the fact that he feared me. Jason had said he would bring me the shotgun, and I knew I would feel the better for having it. So I got out the Benelli and found its shells. Jason had very carefully taught me how to load and fire the shotgun, which was his pride and joy. There were two different boxes of shells."
---
I almost cheated and found a certain shower scene to post a bit of a sweet Eric...
Oh my... After this I may need some time to... freshen up.
Disclaimer: 40 pages 40 is my way to come to terms with celebrate my 40th birthday. By promoting 40 awesome books I like in no way I intend to dupe the original authors. If you, as me, like what you read, buy them!
All 40 books can be found on the right side bar. ►
All images found on Google. Kudos to the original poster.
Também 'curti' Gigi! Darcy aconchegando Lizzy é uma delícia!
Trouxe na mala bastante novidade e presetinhos pouco ortodoxos para o sorteio de aniversário deste querido Hot Rio Chick.
Saca só!
Livro brochura Razão e Sensibilidadeem italiano diretamente de Milão, bella!
Pôster 50x70cm em papel da Lizzy (oops, Keira Knightley) da exposição Little Black Jacket que vi em Milão. Ultra chic!
Marcadores de livro com obras de Mr Darcy (oops denovo... Vermeer) diretamente lojinha da super cool do novo do Rijks Museum de Amsterdam que ficou fechado para uma reforma que durou 10 anos!
Brindes ortodoxos seriam outros livrinhos, bolsa e camisa O&P, bloquinho com o perfil da Jane...
Mas aí não seria Hot Rio Chick, né?
Como já dizia o Mestre Nelson Rodrigues... ;) #bonitinhamas
Ainda faltam os postais do Royal Mail com os selos comemorativos do Bicentenário...
Postais oficiais do Royal Mail comemorativos do Bicentenário.
...mas já estamos esquentando os tamborins para colocar esse sorteio no ar!
Several celebrations starting in 3, 2... Will have some giveaways but as I'm packing my bags to spend a few days in Europe, I'll be bringing the gifts. Pride and Prejudice books, Jane Austen stamps, cards...
Wait for me, folks!
Primeiro aniversário do meu blog!
Ueba!!! Vou fazer alguns sorteios mas como estou de malas prontas para uma semana na Europa, vou trazer os presentes de lá. Que tal umas edições bacanas de Orgulho e Preconceito, uns selos Jane Austen, uns cartões...
E fazia um tempinho que 'isso tudo de gostosura' não aparecia aqui no blog. Ah... Bova!
E eu continuo discutindo as mulheres de Orgulho e Preconceito. Calhou para o dia de hoje! Coincidência feliz!
Depois de Charlotte, gostaria de conversar sobre minhas ideias sobre Lizzy e como eu tenho visto a amizade das duas.
Depois de muito matutar eu postei da última vez minha visão da Charlotte e de suas atitudes. Uma coisa leva a outra e cheguei à conclusão que Lizzy e Charlotte são opostas uma à outra em muitos aspectos.
De início eu só via em Jane o contraponto à Lizzy - ou oposto ou complemento. Um tipo de ‘Yin e Yang’. Jane é calma e dócil enquanto Lizzy é petulante e geniosa. Na minha opinião é por isso que elas são tão unidas, mais do que com as outras irmãs Bennet.
Wikipedia define Yin Yang assim: Oyin-yangsão dois conceitos do taoísmo, que expõem a dualidade de tudo o que existe no universo. Descreve as duas forças fundamentais opostas e complementares, que se encontram em todas as coisas. O "yin" é o princípio feminino, a terra, a passividade, escuridão, e absorção. O "yang" é o princípio masculino, o céu, a luz, atividade, e penetração.
Segundo essa ideia, cada ser, objeto ou pensamento possui um complemento do qual depende para a sua existência e que por sua vez existe dentro de si. Assim, se deduz que nada existe no estado puro nem tão pouco na passividade absoluta, mas sim em transformação contínua. Além disso, qualquer ideia pode ser vista como seu oposto quando visualizada a partir de outro ponto de vista. Neste sentido, a categorização seria apenas por conveniência.
Lizzy é impetuosa, lingua afiada, cabelinho nas ventas, acaba por mal interpretar pessoas e situações apesar de se congratular por ser uma ótima observadora. Charlotteéa boa observadora: ela é quem lê as situações com clareza - ou prevê as consequências das ações dos outros - e aconselha Lizzy na melhor maneira de agir. Ela faz isso várias vezes em relação a Wickham, Darcy, Bingley. Lizzy a despensa com uma piadinha sarcástica repetindo seu pai na galhofa de rir dos amigos e vizinhos.
Lizzy e Charlotte são como 'Lé com cré'
apesar de parecerem 'Lé com lé, cré com cré'.
No último post eu falei sobre 'inteligência emocional' e quão pouca Lizzy tinha NO MEU PONTO DE VISTA. Lizzy era novinha - 20 anos de idade, mais ou menos - enquanto Charlotte já estava nos 27. Não que idade seja o fator determinante na medida de maturidade ou equilíbrio emocional de alguém mas temos que convir que uma pessoa mais velha já teve mais oportunidades de viver situações diferentes na vida, está mais vivida como se diz. Isso sem falar em 'aprender com os próprios erros'.
Com a chegada da maturidade os sonhos sempre se vão?
Então no assunto equilíbrio emocional Charlotte é o completo oposto de Lizzy. A sua decisão de 'pegar o touro à unha' e cavar uma proposta de casamento do Collins que, fora o preconceito e asco de Lizzy, nos mostra o quanto de auto-controle e determinação ela tinha. Charlotte era uma mulher determinada - uma loba - tinha um plano e o fez acontecer custe o que custasse. No caso, um marido de doer.
collins x DARCY
Lizzy deixou que seu orgulho ferido e seu preconceito petulante em relação ao bonito, charmoso e rico idiota lhe cegassem a objetividade e ela recusou uma proposta de casamento que era totalmente irrecusável! Darcy não era somente somente rico e influente, ele poderia assegurar a vida de todas as mulheres Bennet que teriam poucas chances de uma vida digna depois da morte de seu pai e menos ainda de conseguir um casamento tão vantajoso.
Faz pouco tempo que eu raciocinei isso tudo, que Charlotte é o oposto de Lizzy, assim como positivo/negativo, preto/branco. Charlotte é centrada e objetiva, Lizzy é impetuosa. Charlotte é calculista, Lizzy é passional.
Opposites attract - Opostos se atraem.
Eu sei, nada a ver, mas não resisti. A música oitentona é muito legal!
Nunca duvidei que Lizzy e Charlotte eram amigas. Está claro para qualquer um que elas tinham uma amizade genuína. Talvez a Lizzy impulsiva cabeça dura precisasse tanto do sangue de barata de Charlotte quanto a doçura de Jane para achar seu meio termo.
Se por acaso você está intrigado (a) com a razão pela qual eu tenho discutido esse 'LADO B' de Orgulho e Preconceito, eu tenho que informar que meu próximo livro é centrado em Lizzy e Charlotte e eu exploro essa simbiose delas. Esse livro vai ser publicado em Português até o final do ano.
Curioso (a)? Vou dar muitas dicas ainda. Aqui em baixo mesmo já vai o estopim da estória toda.
Próximo post é sobre Darcy. E aí o tripé que sustenta essa estória está devidamente explicado. Ou justificado?