& Moira Bianchi: Nossa Senhora
Mostrando postagens com marcador Nossa Senhora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nossa Senhora. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Fanfics em português, temos sim Senhor (Darcy)!

Alô, alô Terezinha,

aquele abraço! 


Como todos sabem, sou Brasileira de corpo e alma

Fluminense de nascimento, de coração flamenguista, moradora da Zona Sul do Rio de Janeiro. 



Uma amiga uma vez me propôs ler os clássicos da literatura e eu gostei da idéia. Para exercitar as linguas que falo, procurei ler as obras em suas versões originais. Assim cheguei a Austen e ao Mr Darcy

Gostei tanto dele e da Lizzie que virei ávida consumidora de qualquer coisa Darcy. Fanfics, claro apareceram na minha vida. Essa mesma amiga que começou isso tudo, uma vez me disse entre chopps, enquanto conversámos animadamente:  
- 'Amiga, você desenvolveu uma fixação muito esquisita num personagem da literatura inglesa!' 

É verdade!  
Mr Darcy é o cara!
Por isso, eu sempre li fanfics de Orgulho e Preconceito em inglês. Descobri o Mrs Darcy, depois o AHA, o AU, o Darcymania e o Steamy Darcy. Daí a escrever em inglês foi uma evolução natural para mim. 

As noites que meu bebê não me deixava dormir eu resolvi utilizar para algo construtivo e comecei escrevendo uma cena entre Sr Darcy e Lizzy que não saía da minha cabeça. Essa cena chamou mais uma, mais uma depois e acabei escrevendo um romance de 41 capítulos, +ou- 190k palavras! 'Friendship of a special kind' - FOASK - é minha estória de estréia. 

Ou dessa capa...
Não se se gosto mais dessa...










Amei escrever, sofri para editar e aceitar as críiticas das minhas queridas betas Enid e Belen, e me arrastei na última edição. 

Em Foask, Lizzy é viúva, tem 32 anos, é uma ótima auditora fiscal e não quer compromisso amoroso com ninguém. Sr Darcy tem 38 anos, é diretor executivo das empresas da família, milionário, solteiro, lindo. Quando eles se conhecem, ele fica encantado e faz de tudo para sair com ela denovo. Ela foge, mas quem resiste a um cara lindo fazendo de tudo para sair com você? Quando ele se reconhece apaixonado por ela, ele decide que não vai perdê-la de vista de jeito nenhum. Linguagem destinada a público adulto. (MA rating)

Para cada capítulo existe uma música para exemplificar como está o humor da Lizzy. Algumas vezes os versos são do Darcy. O link da playlist está aqui ao lado, se você quiser ter um gostinho. Eu adoro!


Postando Foask, que online se chama 'How William Darcy persuaded Lizzy Bennett to love again', recebi várias sugestões de homens lindos para ser esse Darcy. Tenho um casting só de atores brasileiros e a Lizzy é a Ana Paula Arósio, linda! No meu original o Darcy seria o Thiago Lacerda, mas depois de uma votação, o italiano Raul Bova foi eleito como esse Darcy.

Hi there, Hunk!
Hi back, Darling!


Enquanto esperava inspiração divina para editar, escrevi uma estória curtinha relacionada com Foask, só que nela Darcy e Lizzy estão na faculdade e se conhecem em Trindade -Parati, RJ. 'How William Darcy could have met Lizzy Bennett' faz um jogo de 'e se': E se eles tivessem se conhecido antes, será que teriam namorado mais cedo? Será que não teriam evitado o sofrimento dela? Como será que teria sido?


É uma estorinha fofa e sexy, só para divertir a gente num tempinho chuvoso como está hoje no Rio. Também para público adulto, também em inglês. (MA rating - para público adulto, +18 anos) Está postada aqui no blog em Inglês e em Português.

Quando meu nemesis me acusou no Orkut de renegar a lingua Portuguesa fiquei triste! (abraços, novo amigo!) Talvez fosse a hora de pensar seriamente em fazer a famigerada versão em português que tinha prometido a amigos que sabem da minha epopéia literária.

Para o Dia das mães, eu escrevi uma estorinha curtinha sobre as mães de Foask que está sendo postada no AHA e AU. Nenhuma surpresa, tudo que Lizzy e Darcy já contaram um ao outro nesse ponto da estória (acabei de postar o capitulo 25 de 41). 

A querida Adriana, no Orkut, me incentivou a postar em português e o meu bebê de 3 aninhos (menos 2 semanas) me deu uma folga enquanto assistia Bob Esponja pela enésima vez. Então... aqui está! Minha primeira estória em minha lingua materna. Uma versão, mas mesmo assim! 

'A back porch tale' virou 'Memórias da varanda do quintal'. Ambas são para leitura livre, mas contém algumas palavras fortes. (T rating)

Antes de seguir com a estória, tenho que dizer que sou católica de coração, devota de Nossa Senhora. Não poderia falar em mães sem falar nela que me acompanha sempre. Especialmente no que diz respeito ao meu monstrinho.

Para acompanhar, um pouquinho de Cartola na voz linda da Luciana Mello. E aí sim, a estória. Espero que gostem. 



Memórias da varanda do quintal.


Fran Bennett segurou sua xícara de café bem quente com as duas mãos, tomou um golinho e olhou para seu marido em pé ao seu lado. Ela sorriu agradecendo a gentileza e ele retornou o sorriso. Depois ele deu meia-volta e entrou em casa. Confortavelmente sentada na varanda do quintal da casa nova, Fran continuou a admirar sua filhinha brincar. Lizzy estava com quatro aninhos, reinando sobre o quintal que era sua empresa. Depois de uma reunião muito estressante com seus ursinhos de pelúcia, Lizzy deu um abração na sua boneca bailarina, e muito alegre gritou ‘Weeepy!’.

Fran suspirou e tomou mais do seu café, acomodou seu corpo dolorido melhor na cadeira da varanda e sorriu muito grata por esse Dia das Mães.

***
Ann Fitzwilliam Darcy ergueu sua xícara de chá verde e tomou um golinho, percebendo de rabo de olho que seu marido estava atento a ela. Atualmente ele supervisionava tudo que ela fazia, mesmo as menores coisas, mas isso só estava ajudando para deixá-la mais incomodada. Pelo menos aqui em Pemberley ela poderia relaxar e escolher a melhor maneira de contar da sua saúde para sua amada família. Pemberley era um porto seguro, um refúgio da família Fitzwilliam que os Darcy tinham adotado também.

Ahhh… Os Fitzwilliam-Darcy… Sentada numa das lindas chaise na varanda do quintal, Ann admirava seus queridos meninos brincando e correndo. Willy já estava tão alto que sua cabeça toda aparecia sobre o labirinto de hera. E ele só tinha dez aninhos, imagina só quão alto ela não iria ser!... A risadinha de Ricky, ecoada pelos latidos de seus cachorros, espantou seus temores e abriu um sorriso no rosto da mãe. Ann suspirou, lutando com seu medo de não conseguir ver seus menininhos virarem homens adultos.

Em silêncio ela rezou. Era muito possível que esse seria seu último Dia das Mães.

***
Lizzy apertou os dentes e fechou os olhos com força, de novo. Quando finalmente a dor intolerável deixou que ela respirasse livremente, ela fez força para relaxar. Mesmo que só por um momentinho. Ela abriu os olhos, fingiu um sorriso e pegou o copo que Darcy havia trazido para ela. Nessas horas, não havia espaço para palavras, desculpas, rancores. E ela odiava a necessidade de parecer feliz para fazer com que ele se sentisse melhor.

Ele que se foda. E como ela se sentia, quem ligava? Dane-se ele, que vá para o fundo do inferno. Essa situação horrorosa que ela a havia colocado, foda-se tudo... 

Ela resmungou e apertou os olhos com força novamente.
Que se dane o Dia das mães.
***
Fran sentia que o Céu tinha lhe oferecido uma segunda chance. Lizzy era tão engraçadinha, tão corajosa, tão levada. Ela era suficiente. Ela era perfeita. Não havia necessidade para um Segundo filho, era determinou para si mesma.

Duas semanas atrás Fran nunca teria deixado que Lizzy brincasse no quintal com seu lindo vestidinho baloné. Hoje, coisas realmente importantes em vista, Lizzy rodava alegremente, seu vestidinho colorido voando em torno dela.

Fran e Tom tinham sonhado uma família grande de quatro ou cinco filhos. Apetite para exercitar tanto amor eles tinham com certeza. Mas esse susto enorme, essa gravidez ectópica na segunda vez que eles tentavam foi a maneira que o Céu encontrou para dizer a eles que cinco filhos era ganância.

Como Fran ia conseguir viver daqui para frente pensando em como as coisas poderiam ter dado errado e Tom estaria sozinho para criar a filhinha deles. Quase deram tão errado. Alguma loira safada ia acabar seduzindo ele, e essa safada ia influenciar sua garotinha. Esse pensamento recorrente fez Fran lacrimejar de novo.

Justo nessa hora, como o anjinho que ela era, Lizzy gritou chamando a mãe e gesticulando. Fran riu. Claro que a gracinha já tinha sujado todo o vestidinho, a barra toda borrada de lama. Essa menina era impossível!

***
Ann tinha acabado de ser diagnosticada com uma leucemia agressiva. A gripe que não ela não conseguia curar por semanas era sinal de coisa muito pior. Sua médica, que tinha sido amiga de ginásio, foi categórica: não havia cura. Ann tinha gostado disso, da honestidade.

Seu marido estava fazendo um esforço tremendo para parecer forte, mas Ann conseguia ver o que ele realmente estava sentindo. Dava para ver a dor quase física que ele sentia, seu coração tão teimoso que se negava a partir, os ombros tensos que ele carregava erguidos para que ela se sentisse segura. Ann perguntava-se quando ele iria desmoronar. Ela só esperava que o tempo lhe desse a chance de consolá-lo.

Agora era hora de planejar o futuro. O futuro deles, dos homens dela. Ann começou um rascunhou na sua cabeça as quatro cartas que ela iria escrever. De próprio punho, escolhendo um papel bem bonito e as palavras certas para parecer o mais segura possível. Duas seriam para o amor de sua vida, seu marido. As outras duas seriam para a razão de sua vida, seus menininhos. Eles só iriam ler essas cartas quando fossem adultos. Ann ia precisar escrever cartas danadas de boas: seriam para homens Darcy!

Willy chegou perto dela nesse momento, sorrindo e trazendo um buquezinho de rosas roubadas do jardim, seus dedinhos furados. Ela beijou suas bochechas e depois riu alto quando Ricky invadiu a varanda com sua cachorrada. Willy espantou o exército da bagunça, pessoalmente acompanhando eles para longe da mãe. Seu Willy, William Darcy Filho, iria certamente ser um cavalheiro um dia.

De novo Ann rezou, agora pedindo a Nossa Senhora que cobrisse seus menininhos com seu manto azul celeste.

***
Merda, merda, merda… A droga da dor de novo. Lizzy tinha certeza que não ia conseguir resistir isso por muito mais tempo.
***
Já estava na hora de tomar banho e se arrumar para o almoço de Dia das mães na casa da Vovó Bennett. Suspirando, Fran rezou para Nossa Senhora agradecendo a proteção que ela havia recebido. Depois se levantou com dificuldade e chamou Lizzy.

Sua linda família de três ia comemorar esse Dia das mães com muita alegria.
***
Ann levantou do seu refúgio na varanda do quintal e chamou seus filhos. Estava na hora de se preparar para o almoço, e hoje Ann queria os quatro juntos à mesa. Eles iam usar a salinha de almoço para ficarem bem próximos uns dos outros.

Ela iria sorrir e parecer surpresa quando seu marido lhe desse outra joia linda, iria fazer festa para os colares de artesanato que os meninos lhe dariam e iria aproveitar esse Dia das mães perfeito.

O excelente plano de Ann só não contava com o presentinho do Willy. Ele tinha economizado sua mesada por semanas só para comprar um broche de prata – a joia que sua meninice achava à altura de sua mãe. 

Ali na mesa de almoço, Ann chorou e a fatídica conversa sobre sua saúde começou.
***
Lizzy, a essa altura, não conseguia distinguir rostos.

Ela só conseguia admirar o Céu.

***
Fim.

 ***

E aí? Gostou?

Outra fanfic de O&P - Como William Darcy poderia ter conhecido Lizzy Bennett, clique aqui.
Me fala o quê achou?

Para comentar, não precisa fazer log in!

Nos vemos no Facebook ou no Orkut.

bj




Esclarecimento: todas as imagens foram achadas no Google. O crédito por elas não é meu, eu só juntei tudo neste post engraçadinho.Obrigada a quem postou antes de mim.

sábado, 12 de maio de 2012

Happy Mothers' day!

Happy, happy day!


Mothers' day is such a happy day, sweet and suor, sunny and delightful!
How sweet it is to be loved by you!
Here in Brasil we say that being a mother is to suffer in Paradise. Yeah, may be... 

Motherhood was not easy for me, but it's so very rewarding now. I´m a new mother of an obnoxious, impossible, unstoppable, adorable three year old baby boy. Actually three years old minus two weeks. He is as subtle as a baby elephant.
You are the sunshine of my life...
I hate to break traditions, so I chose a song to go along with this post. It's a Brasilian classic: 'Roses don't speak'. The author, Cartola, was a genious disguised as wall paintor. See for yourself.


I chose this song not because it sounds sad, but because it's so poetic and beautiful... Hopeful. It's motherish!

'Queixo-me às rosas,                                                  'I complain to the roses
Mas que bobagem                                                      But it's foolish
As rosas não falam                                                    Roses don't speak
Simplesmente as rosas exalam                                 They simply emanate
O perfume que roubam de ti, ai...                             The perfume they stole from you, oh...'


From talking about mothers to talk about children... How cute could Mr Darcy and Lizzy be as children?
A cutie!
Grave look on a beautiful boy...









Baby Lizzy is Rafaela Romolo who is known as Little Ana Paula Arósio, Boy Darcy is Caio Manhete. Both Brasilian child actors.

I kept thinking about what would be nice to post as a Mothers' day gift and I came to the conlcusion that it IS a day devoted to the Mothers. So I put together these little glimpses of ODC on the story that I'm posting.

Here it is, the small tale about 'Friendship of a special kind's Mr Darcy and Lizzy's childhood as seen from their mothers POV. Hope you enjoy it.


A back porch tale.

fanfic inspired by Pride&Prejudice (unbeataed) MA (+18)

side story to How William Darcy persuaded Lizzy Bennett to love again


Fran Bennett held her cup of steamy coffee with both hands, took a tiny sip and looked up at her husband, smiling in thanks. He nodded, smiled back at her and returned to the kitchen. Seated comfortably at their brand new house’s back porch, Fran watched her adorable baby girl exercise her imagination. Four years old Lizzy was running the back garden as an organized company, ordering employees and having stressful meetings with her stuffed bears, only to finish said meetings with a loud ‘Weeepy’ and hugs to her ballerina doll. 

Fran sighed and took another sip of her coffee, adjusted her achy body on the stretcher and smiled, thankful for this Mother’s day.
***
Ann Fitzwilliam Darcy lifted her cup of herbal tea to take another sip, and through the corner of her eyes she saw her husband perk up. These days, even her smallish gestures were supervised by him, making her even more uncomfortable. At least, here at Pemberley she could relax and think of the best way to let her beloved family know about her health. Pemberley was a safe place, a harbor for the Fitzwilliam family that the Darcys had embraced.

Ahhh… The Fitzwilliam-Darcys… Seated on one of the back porch’s many recliners, Ann worshiped the sight of her dear boys playing around in the yard. Willy was so tall already; his whole face peeked out from the maze. He was only ten; imagine what a gorgeous man he would be... Ricky’s boyish laughter, answered by the dogs’ barks, whipped away her worries and opened a smile on her face. She sighed, fighting the fear that she may not witness her loved boys turn into handsome men.

Silently she prayed. This was most likely her last Mothers’ day.
***
Lizzy ground her teeth together and squeezed her eyes shut, yet again. When finally the body piercing pain let her take a breath, she willed herself to relax. If only for a split second. She opened her eyes to fake a smile and took the cup Darcy offered her. She hated having to act sunny just to make him feel better. At moments like these, there was no space for words, resentments or apologies.

Fuck him. What about how bad she felt? Damn him to the very depths of Hades. Fuck this awful situation he had put her in. Fuck it all… She groaned to herself, shutting her eyes again.

Fuck Mothers’ day.

***
Fran felt like Heaven had offered her a second chance. Lizzy was so adorable, so sassy, so challenging. She was enough. She was perfect. No need for a second child, Fran decided to herself.

Two weeks ago, she would never have let Lizzy use her beautiful Sunday dress to play in the yard. Today, important things in perspective, Lizzy was happily twirling with her balloon dress flying around her.

Fran and Tom had planned a big family of four kids. Maybe five. Surely they had appetite for that much love in the bedroom. But this big scare, this ectopic pregnancy on their second try was Heavens way of letting her know they had been greedy.

How could Fran live with the fear that, God forbids, if bad had come to worse, Tom would be alone to raise her beloved baby girl. And some blond tramp would certainly end up seducing him with all sorts of arts and allurements, and this tramp would influence her girl. That thought brought tears to her eyes all over again.

Just then, like the angel she was, Lizzy called out to her, waving frantically and Fran laughed. Of course her adorable Lizzy had already gotten her cute dress all muddy. At least six inches. This girl was impossible!
***
Ann had just been diagnosed with an aggressive kind of leukemia. The persistent cold that followed her for weeks was finally discovered as signal of something much worse. Her doctor, a friend from junior high, had been blunt: this was it. Ann liked that, the candor.

Her husband was making a huge effort to act strong but Ann could see through him. She could see the physical pain he was feeling, his heart stubbornly refusing to break, the proud full high he carried just to reassure her. She wondered when he was going to crumble. She hoped she would have the chance to comfort him.

Now was a time to plan the future. Their future, her men’s future. Ann started to sketch four letters in her head. She would write them by hand, choosing beautiful stationary, using all the right words, being as strong and assured as she could be. Two of those letters would be addressed to the love of her life, her adored husband. The other two would go to the reason of her life, her baby boys. They would read them when they were grown men. She had to write darn good letters: she would be addressing Darcy men!

Willy came to her side now, beaming and bringing her a small bouquet of roses. His forefingers conspicuously stained in blood. She kissed his cheeks and then laughed as Ricky and his crew of dogs invaded her calm porch. Willy shooed the whole army away, personally escorting the offending crowd out of her hearing range. Her Willy, William Darcy Son, would surely be a dashing gentleman someday.

Again Ann prayed, now asking Our Lady in Heaven to cover her boys with her blue cape.
***
Fuck, fuck, fuck… Here it came again. Lizzy was sure she wouldn´t survive this pain.

***
It was time to shower and head to Granny Bennett’s house for Mothers’ day lunch.

With a happy sigh, a prayer to Our Lady in Heaven thanking her for the protection she had been given, Fran got up with some effort and called out to Lizzy.

Her beautiful family of three was going to celebrate this Mothers’ day to the fullest.

***
Ann got up from her haven on the back porch and called out her boys. It was time to get ready for lunch, and today she wanted the four of them together at the table. They would be using the cozy lunch room; she wanted to be as close to her men as possible. 

She would smile and act surprised when her husband gave her another beautiful jewel, gush about the boys’ pasta necklaces and she would enjoy this perfect Mothers’ day.

Ann’s excellent plan just didn’t count on Willy’s gift. He had saved his allowance for weeks to be able to buy her a beautiful silver pin – the jewel his boyish naiveté thought was worthy of his mother. Then, at the table, Ann cried and the fateful talk about her health started.

***
Lizzy, at this point, could not see any face in particular. 
She could only admire how beautiful Heaven was.

 ***
The end.

***

Was this token good enough? 
Let me know?



Happy day for all of us: mothers, daughters, sons, fathers, friends, loved ones.


May Our Lady cover us all with her sky blue cape. 
Amen.

Disclaimer: The same as always.